lunedì 27 luglio 2015
Trocando metáforas (ou sobre o verde-mar do nosso olho)
Pra quê ser piscina, se até o amor, enquanto verbo, tem mar no nome?
Poderíamos mergulhar, velejar ou só molhar os pés, dependendo da maré e da cor do dia!
Poderíamos e podemos, hoje mais que ontem, surfar jacarés, colher estrelas, catalogar os corais e as suas cores, medir a salinidade dos oceanos dos nossos dias, ou encenar o melhor do Titanic em cima de um barquinho velho. Que em nós, pirata seja mesmo só fantasia...
E se nos perguntarem se temos medo de morte molhada, sejamos francos, temos sim! Mas sabemos que pior ainda é morte seca, no chão de concreto de quem sentiu e não tentou.
O mar corre no nosso sangue e transborda nos olhos, e que assim seja!
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